Sacco System reforça sua presença na América Latina coma aquisição da SaccoBrasil e BioInsumos (Uruguai)

Sacco System, grupo biotecnológico italiano líder no desenvolvimento de culturas microbianas, probióticos, enzimas e soluções inovadoras para os setores de alimentos, nutracêutico, farmacêutico e agro-veterinário, anuncia a aquisição da Sacco Brasil, e da BioInsumos, no Uruguai. As duas empresas, que há anos colaboram com o grupo como distribuidoras, passam agora a fazer oficialmente parte da família Sacco System com as novas denominações Sacco System Brasil e Sacco System Uruguay. Esta operação representa um passo estratégico no percurso de crescimento internacional do grupo e consolida a sua presença na América Latina, uma região considerada chave para o desenvolvimento futuro do setor biotecnológico. um contexto particularmente favorável à inovação em biotecnologia e à expansão das atividades. A operação reforça ainda a presença do grupo nos mercados atuais e abre novas oportunidades de desenvolvimento, consolidando a posição da Sacco System entre os principais players internacionais do setor. A integração das duas empresas permitirá ao grupo atuar mais próximo dos mercados locais, aumentando a capacidade de resposta e a personalização das soluções. A América Latina confirma-se, de fato, como uma região em forte crescimento da demanda por probióticos, pósbióticos e soluções naturais, impulsionada também pela crescente atenção a ingredientes biotecnológicos de alta qualidade. A experiência acumulada pela Sacco Brasil e pela BioInsumos representa um valor agregado fundamental para a consolidação e expansão das atividades do grupo na região”, afirma Carlo Appennini, Executive Director Food da Sacco System. Um grupo italiano com mais de 150 anos de história O aumento da dose e/ou da concentração do cTudo começou em 1872 com o Caglificio Clerici em Cadorago (Como) e, após diversas aquisições, em 2016 nasce a Sacco System, que hoje representa uma referência internacional do Made in Italy em biotecnologia. Com um faturamento que em 2024 atingiu 172 milhões de euros, o grupo é reconhecido globalmente pela produção de culturas alimentares, probióticos, microrganismos e enzimas de alta especialização. Um grupo italiano com mais de 150 anos de história O aumento da dose e/ou da concentração do cTudo começou em 1872 com o Caglificio Clerici em Cadorago (Como) e, após diversas aquisições, em 2016 nasce a Sacco System, que hoje representa uma referência internacional do Made in Italy em biotecnologia. Com um faturamento que em 2024 atingiu 172 milhões de euros, o grupo é reconhecido globalmente pela produção de culturas alimentares, probióticos, microrganismos e enzimas de alta especialização. Graças a um know-how desenvolvido ao longo de mais de 150 anos de atividade, a Sacco System fornece ingredientes inovadores e soluções personalizadas para as indústrias de alimentos, nutracêutica, farmacêutica e agro-veterinária em mais de 110 países. Um dos grandes diferenciais do grupo é a sua coleção de cepas (ceparia), que reúne mais de 6.500 cepas bacterianas, considerada uma das mais amplas e qualificadas do mundo. A Sacco System investe ainda 6% de seu faturamento anual em pesquisa e desenvolvimento, reafirmando uma forte vocação científica e um compromisso constante com a inovação. Outro elemento distintivo é a sua natureza de empresa familiar, hoje liderada pela quarta e quinta geração da família Verga, que continua a direcionar o grupo para um crescimento global sustentável e de longo prazo. Uma estratégia de internacionalização em constante expansão O processo de internacionalização da Sacco System teve início em 2003 e levou à abertura de filiais na França, Suécia, Japão, Estados Unidos e Austrália. A aquisição da BioInsumos e da Sacco Brasil, empresas sul-americanas especializadas em soluções biotecnológicas para a indústria de alimentos, representa mais um passo à frente na estratégia de fortalecimento global do grupo. Essa expansão reflete plenamente a filosofia empresarial da Sacco System, baseada em uma atividade contínua de pesquisa capaz de antecipar as tendências do mercado. Prova disso são as numerosas colaborações com universidades e centros de pesquisa internacionais, que atualmente resultam em mais de 50 projetos ativos. Para apoiar a sua presença global, a Sacco System conta ainda com unidades produtivas em Skurup (Suécia) e Franksville (Wisconsin, EUA), além de um laboratório de pesquisa em Brisbane (Austrália). Com esta aquisição, a Sacco System reforça ainda mais o seu compromisso com a sociedade, o meio ambiente e o mercado por meio do propósito “Nurturing the World”, promovendo uma biotecnologia sustentável, inovadora e próxima das necessidades das empresas e dos consumidores em todo o mundo. Corante de urucum e sua descoloração em queijos O corante natural de urucum é o resultado da extração de pigmentos das sementes do urucuzeiro – Bixa orellana, uma planta nativa na América Tropical e é amplamente usado na fabricação de queijos continentais como o Prato, o Gouda, o Estepe, o Reino e etc. Além de conferir cor e melhorar a atratividade visual de produtos, sua origem natural e sustentável atende à demanda crescente por ingredientes“Rotulo Limpo” e alinhados às tendências globais de saudabilidade. Usado há anos pelos queijeiros no Brasil, o urucum sempre atendeu às necessidades para a qual é usado. Entretanto, nestes últimos anos tem sido comum a sua descoloração em queijos fracionados e sobretudo nos fatiados, constituindo um defeito visual desastroso. O problema ocorre em forma e intensidade variada. Uma vez embalados em materiais transparentes, desembalados, fracionados ou fatiados, quando expostos ao ambiente e à luz, principalmente delâmpadas fluorescentes e LED, os queijos apresentam descoloração externa ou interna. O período de exposição necessário para a alteração é variável, mas pode ocorrer, por exemplo, em menos de 24 horas – Figuras I, II e III. Os queijos da Foto I foram cortados e após exposição por alguns dias apresentaram a descoloração. O queijo da direita foi novamente cortado, cerca de 1 cm abaixo do corte inicial logo antes da fotografia.Neste momento a sua superfície não apresentou a descoloração como os outros dois, porém, algum tempo mais tarde descoloriu. O queijo da Figura II passou pelo mesmo esquema daqueles da Figura I. A estabilidade da bixina ou da norbixina sob certas condições, como calor, luz, oxigênio, temperatura, agentes oxidantes como ácido peracético e cloro, e tipo de solvente foi tema de vários estudos e asua degradação na presença de oxigênio e luz direta não é